Recebendo o certificado das mãos do jornalista Sergio de Castro
O Poço de Troyes - pintei em óleo sobre tela, de uma vista da cidade medieval da França, retratei Mariangela Ratto, Agenor de Oliveira, Heitor de Pedra Azul, Chantal Choin, Marie Carré.
A tela participou da exposição do Salão de Arte da ACM em 2009.
Na foto, satisfação: meu prêmio! Sendo clicada pela fotografa da galeria e fazendo pose para a Norma Del Giglio, a colega do Grupo de Contadores de História - Era Uma Vez, que prestigiou a abertura do Salão. Segue abaixo a lista da classificação da cerimônia de entrega dos prêmios do V Salão de Arte da Galeria Mali Villas Bôas, no qual recebi o Prêmio Criatividade com minha escultura a Madona do Espinho. O evento de abertura do Salão aconteceu na noite do dia 04 de fevereiro de 2010. A abertura foi um sucesso, apesar das alterações no trânsito causadas pelo temporal e queda de eletricidade em vários pontos da cidade. Foram 28 artistas selecionados, do total de 185 inscritos. Artistas que receberam Honra ao Mérito: Ana Isis Ribas - Gracita-Garcia Bueno, MC Ranieri, Claudia Cleto, Carlos Medina, Luis Ratto, Katia Vello, Elizabeth Andrade, Walter Handro, Tetê Lacerda, Paulo Du Santus, Lucia Singer, Quim Alcântara, Laila Guimarães, Celia Ines Naime, Sandra Souza, Zannin,Thereza Toscano, Raquel Fukuda PRÊMIO REVELAÇÃO ARTÍSTICA - Maria Antonia PRÊMIO CRIATIVIDADE - Giane Pereira Soares -Ohlalá! PRÊMIO DO JURÍ POPULAR - Jo Kawamura REVELAÇÃO DE ARTE CONTEMPORÂNEA - Fernando Innecchi PRÊMIO CONSULTE (Prêmio publicação de sua obra na Revista Consulte Arte & Decoração) - J. Mendes DESTAQUE DO JURI - Guilherme Portela 3o.LUGAR DA CLASSIFICAÇÃO GERAL - Marcos Oliva 2o.LUGAR DA CLASSIFICAÇÃO GERAL - J.A. 1o.LUGAR DA CLASSIFICAÇÃO GERAL - Robinson Machado
Retrato em óleo sobre tela da titia MariaSolange, que está com 87 anos de idade, fiz o retrato baseada em fotos do seu aniversário do ano passado. Escolhi representá-la assim, meio Marilyn Monroe, delicada e moderna, como é seu estilo de vida, sempre mimada entre as pétalas da rosa familiar, exatamente como é seu apartamento na Tijuca, mantido pelos cuidados e luxos proporcionados pelas três filhas, Luiza, Cláudia e Maria Alzira, e os netos Renato, Tainá e João Pedro. O retrato lhe será entregue pela querida Maria Alzira Pereira Soares, como mimo, e com votos de que a fênix tenha um pronto reestabelecimento da recente fratura de fêmur.
Giane,
Que presente e linda homenagem você está oferecendo generosamente à mamãe e a nós, suas filhas!
Obrigada pela sensibilidade e carinho com que representou tão bem a Solange, dentro desta bonita rosa, aconchegante e perfumada pelo carinho e amor que vem dela para nós todos e de nós todos para ela. Fique com a minha admiração por esse lindo gesto e agradecimento pelo seu carinho e beleza de sua arte.
Um beijo, Luiza
Que agradecer, que nada!! 22:42h
Pintar tia Solange como a vejo é uma maneira bastante prazerosa de agradecer pela elegante e carinhosa acolhida e deferência que os Paiva/Pereira Soares(especialmente a Zizi) cariocas dispensaram a Camille, Joseph e a mim na ocasião em que conhecemos o Rio de Janeiro em grande e familiar estilo
Maria Alzira Soares
09:30
Obrigada amada! Imagino o semblante de alegria de minha mãe quando receber o retrato, que ficou lindo como tudo o que você faz. Ela que já é muito "paparicada" ficará ainda mais em deleite com esse belíssimo presente.
A filmagem produção e edição realizada por Pri Lima e Geise Calvo em minha casa, a minha assistente, usando gravata vermelha é a Willow Para comentar no Consumo com Atitude, clique:http://www.consumocomatitude.com.br/web/index.php/webtv/mosquitos-longe-de-casa
Domingo de maio - iniciando a Primavera na França em recepção na Cave Marquis de Pomereuil, propriedade de Christian e Martine, os patrocinadores do vernissagem e minha estadia na antiga e tradicional Região da Champagne. O jardim de Martine estava em obras, ainda assim, que charme!! Como tudo o que ela produz com carinho e simpatia, Martine abençoa e vivifica com trabalho direto, desde os parreirais de produção a contabilidade dos frascos raros armazenados na Marquis de Pomereuil.
O Presidente da Cooperativa de Produtores de Vinhos da Champagne, Christian, explanando aos especialistas, empresários e artistas presentes, mostrando no mapa a região de abrangência da Cooperativa.
Um brinde ao Brasil e sua Arte ultrapassando fronteiras: Com o coordenador da Associação Brasil Sertão et Mer, o músico brasileiro radicado na França, Heitor de Pedra Azul.
Heitor é casado com Madame Marie Carré, a presidente da Associação. Brindamos ante o encantamento de Martine, após cantarmos o Hino Nacional com nossa bandeira desfraldada.
Na ocasião - muito séria - recebi de Christian um mimo especial, o bonito e valoroso mantô oficial do Auxerre. Fiquei emocionada, tanto quanto em minha primeira Eucaristia, quando o bispo, Dom Roberto Hilgert, entregou-me seu bastão episcopal (báculo) para segurar enquanto oficiava a cerimônia. É que na Região de Champagne, percebi que o futebol tem mística especial. Este mantô foi concedido a Christian e ele me delegou. Ohlalá!
Então...quando retornei, pintei um retrato do tão amável casal de empresários com sua Tina Turner, pintei em óleo.
A tela está na coleção da Cave Marquis de Pomereuil, que está estabelecida na medieval e encantadora Route de Gyé, em Riceys.
Todas as fotos foram feitas por Madame Chantal Choin, a diretora finaceira da Associação e Secretária de Cultura de Saint Julien.
Em janeiro de 2010 ocorreu o lançamento da coletânea de contos, crônicas e poemas, Universo Paulistano -Volume ll, da qual participei como autora. A coletânea foi organizada por Chico Anes e Guaraciaba Micheletti. A coordenação editorial foi do Edson Rossato, e a revisão foi feita por Helena Gomes. Dados Internacionais e Catalogação da Publicação (CIP) Daniela Momozaki - CRB 8/7714
Panorâmica da tarde de lançamento promovida pela Andross
Mesa com os lançamentos recentes da época, a moça é a esposa do Edson Rossatto, um dos editores que naquela ocasião ainda contou com o apoio da irmã para atender o enorme público.
O escritor e organizador da coletânea, o simpático Chico Anes entre autoras
O prestígio da presença da querida dra. Aldenoura Telles Pires, o amigo da família, o gemólogo Dadgi, e a artista e apresentadora Lenora Telles Pires
Família: minha filha Camille Luar: apoio carinhoso e imprescindível. O casal de primos artistas, Eduardo Zabaleta e Maria Alzira Pereira Soares
Mesa redonda (no auditório da Biblioteca Alceu Amoroso de Lima) que precedeu o coquetel e tarde de autógrafos, autores de renome discutem o panorama editorial paulistano.
"São Paulo é assim, quando cremos conhecer todas as ruas dobramos uma nova esquina. Se dormimos saciados de seus sabores, amanhecemos com renovado apetite.
Para cada história contada outra nasce, ecoa em nossos ouvidos e ressoa em nossas almas. Assim é São Paulo!
Como qualquer universo há sempre mais para experimentar. O segundo volume da série UNIVERSO PAULISTANO traz novas esquinas e sabores, descobertos e vividos por escritores apaixonados pela metrópole."
Obra Hors Concours - Com Cristo, óleo sobre tela no 24 Salão de Artes de Pinheiros, promovido pela Associação Comercial de Pinheiros. A cerimônia de abertura se deu com talk show orientado por Carolina Aparecida Pires, do SEBRAE. Fui convidada a discorrer sobre minha experiência profissional, após a cerimônia aconteceu o vernissagem dando início ao período de exposição. O tradicional Salão acontece em outubro. Na foto 2, os representantes da Casa Militar de São Paulo, o ilustre Secretário de Estado, Cel. Admir Gervásio Moreira e o Major Américo Massaki Higuti prestigiando a exposição. Jesus Cristo sorrindo foi encomenda da Dra. Sandra Reis Boarim (foto 3, com o quadro em em seu consultório), que o doou ao Centro EspíritaSimplesmente Amigo. Sandra me deu liberdade de pintar o Cristo conforme minha visão em sonhos, somente frisou que queria a imagem sorrindo, e é exatamente assim, suave e amorosamente, firme sem jamais deixar de ser terno, que o Divino Rabi quebrou paradigmas e foi reconhecido como o Messias entre seus contemporâneos, o resto da história nem é preciso mencionar, embora eu sonhe com outros desfechos que os aceitos como históricos. Foto 4: Com Marjori de Andrade, o presidente do Salão, o arquiteto Eugênio Bassi, e conduzindo o talk show, a Carolina Pires. O tradicional Salão aconteceu no Centro de Convenções Rebouças.
Diretor Superintendente: Enrico Francesco Cirillo
Comissão Organizadora:
*Alfredo do Amaral Maluf
*Humberto Luiz Dias
*Amir Massis
*Fabio Luiz Ralston Salles
Diretor Superintendente: Roberto Manin Frias Presidente da Comissão Organizadora: João Carlos Belda Presidente da Comissão Julgadora: Eugênio Bassi Responsável junto a Associação Comercial de Pinheiros, e pelo cerimonial: Maria Luíza De Ranieri.
PARTICIPARAM COM PINTURA ACADÊMICA
Medalha de Ouro: Jamilson Gentil Pereira Medalha de Prata: Paulo Hentique Silva Prado Medalha de Bronze: José dos Santos Souza Lima Prêmio Aquisição: José Falconi Filho
PINTURA MODERNA
Medalha de Ouro: Nedival Polvani Medalha de Prata: Kazue Fuke Chikami Medalha de Bronze: Alma America Ibacache Reyes
ESCULTURA
Medalha de Ouro: Marlene Carneiro Monteiro dos Santos Medalha de Prata: Maria Del Carmen Perez Matias Medalha de Bronze: Aristides Ferreira
Nesta tela retratei Chantal Choin e sua lâmpada galo-romana iluminando a brincadeira dos netos Lili Rose, Malo, Anek e Anir, pintei-os em óleo sobre tela As fotos referências que usei para pintá-la, eu fiz em Saint Julien em maio de 2009 -Primavera na França. O retrato agora está em Saint Julien, com Chantal.
Abertura do Salão, com o arquiteto, o artista Eugênio Bassi, fotografados por Camille Luar. O tradicional Salão aconteceu no Centro de Convenções Rebouças.
Diretor Superintendente: Enrico Francesco Cirillo Comissão Organizadora: *Alfredo do Amaral Maluf *Humberto Luiz Dias *Amir Massis *Fabio Luiz Ralston Salles Diretor Superintendente: Roberto Manin Frias Presidente da Comissão Organizadora: João Carlos Belda Presidente da Comissão Julgadora: Eugênio Bassi Responsável junto a Associação Comercial de Pinheiros, e pelo cerimonial: Maria Luíza De Ranieri.
Obra que pintei em óleo sobre tela e está em exposição permanente na Associação comercial de Pinheiros
Após a cerimônia de premiação do Salão, com Jorge Landmann e Marina Takejame. O texto abaixo, escrevi e publiquei em 19 de fevereiro de 2010 no blog Flor Amarela:
"Em 1997, eu compartilhava o atelier com a Iris, ela era braba e enérgica. Controlava-me e proibia que eu deitasse no sofá dela. Eu a amava como atriz canastrona e a achava muito simpática no desempenho do seu personagem ranzinza. Na minha metade do atelier ficavam os cavaletes, uma poltrona e algumas mesas de apoio. No lado dela o forno, suas estantes, mesa e um confortável sofá encapado de curvim floral. Eu e meus alunos estávamos proibidos de sentarmo-nos nele. -Porque, Iris? -Ah, é porque eu não gostaria mesmo! O sofá era muito fofo e quentinho. Quando ela não estava, entre um trabalho e uma aula eu deitava e ouvia música. Não queria aceitar que o Arnaldo Antunes tivesse saído dos Titãs, virado lobo solitário, dava trabalho caçar CDs dele e deles, e mais ainda dissociar um dos outros. Eu já gostava de Engenheiros do Haway e Titãs, mas havia passado muito tempo em silêncio, e agora todo mundo me apresentava músicas. O Celso me apresentou a Enya e a Lorena McKennit, a Maria Eliza me informava em Villa Lobos e Madredeus, e a Inge...não, a Inge dizia que eu não deveria abandonar o estudo da história da arte, nunca, nunca, nunca! Numa tarde, depois de ouvir Cegos do Castelo, pulei do sofá e corri para a serralheria do Aldenor, cortei uns trecos, soldei uns tróços, fui até a IMASA - o senhor Bruno Fuks, o proprietário, me havia dado passe livre, catei umas bolinhas de ferro e retalhos de peças das colheitadeiras para anexar ao meu novo quadro. Mais uma correia de motocicleta e deu! O Aldenor, agora mais acostumado com a idéia de que tudo que eu fazia, batizava, andava cheio de inspiração, copiou: Vou chamar cada encomenda pelo nome do dono. Ó, esse portão aqui, o nome é Dr. Ibrahim. Sobre meu painel ele queria saber: -E essa galinha... passarinho, como vais chamar?Respondi que galinha e passarinho não eram: Talvez...não sei! Mas pode chamar de Cegos do Castelo. Ainda tenho o Cegos do Castelo comigo, de vez em quando mudo a cor, quem o vê, acha o nome pesado e o tema...e a obra. Logo que o fiz esteve pendurado na frente da minha casa feito estandarte! Um dia, quando fui retirá-lo, percebi que estava bordado de furos e amassamentos, perguntei a um entendido, que sério sentenciou: -Estas perfurações, nesta chapa, foram feitas por calibre tal, este por calibre tal e estes, ah, isso é só chumbo! Eu já não me deitava no sofá de ninguém, e a Iris continua jurando que encontrar minhas plumas no sofá dela nunca foi motivo para tanta raiva. De qualquer forma, sempre achei o cúmulo da gentileza, decência e pacifismo, terem metralhado meu trabalho enquanto eu não estava por perto. O texto acima é introdução ao convite que fiz aos amigos para o 21 Salão de Artes de Pinheiros. A exposição aconteceu no Clube Paineiras, no Morumbi. Havia inscrito duas esculturas e duas telas para o concurso de 2008, sonhava expor pelo menos dois trabalhos. No ano anterior tive um selecionado para a exposição e fiquei encantada com o que vi da organização. Encantada desde a recepção até a cerimônia de abertura, onde só tratei com pessoas preparadas e gentis, especialmente entusiasmadas com seu trabalho, passara o ano a sonhar com o próximo. Então em 2008, após a fase de análise dos trabalhos pelo júri, me ligaram. Embora não tenha tido dois trabalhos selecionados como almejava, informaram que o meu trabalho em óleo sobre tela, que chamei de “Não Tenho Medo”, fora premiado com Medalha de Ouro. Passei ansiosa o resto do tempo até a cerimônia, medo que fosse sonho, engano ou sei lá...acho que mais pela consciência de que conquista assim desafiava a mais. Uma amiga ao parabenizar-me ironizou: -Uma anarquista ganhando medalha de ouro num Salão tradicional como o de Pinheiros? Induziu à crise. Anarquista, eu? Acho que eu sempre fui santa... Quase santa? Nunca fui santa? Analiso, medito em shinsokan... e chego a conclusão de que a gente nunca vem a saber exata e completamente quem é, o que carrega adormecido espiritualmente, que possibilidades aceita, e força tem diante dos estímulos e desafios que nos chegam quando menos esperamos. Porém, hoje sei que sejam quais forem minhas potencialidades, bom tanto da gana por auto-conhecimento aflorou naquela premiação da transformadora noite em que recebi a Medalha de Ouro no 21 Salão de Pinheiros.
SOBRE A MODERNIDADE ...”Entenda-se aqui, por favor, a palavra artista num sentido muito restrito, e a expressão homem do mundo, num sentido muito amplo. Homem do mundo, isto é, homem do mundo inteiro, homem que compreende o mundo e as razões misteriosas e legítimas de todos os seus costumes; artista, isto é, especialista, homem subordinado à sua palheta como o servo á sua gleba. G. não gosta de ser chamado de artista. Não teria ele alguma razão? Ele se interessa pelo mundo inteiro, quer saber, compreender, apreciar tudo o que acontece na superfície de nosso esferóide. O artista vive pouquíssimo – ou até não vive – no mundo moral e político. O que mora no bairro Bréda ignora o que se passa no faubourg Saint-Germain. Salvo exceções, a maioria dos artistas, deve-se convir, uns brutos muito hábeis, simples artesãos, inteligências provincianas, mentalidades de cidade pequena. Sua conversa, forçosamente limitada a um círculo muito restrito, torna-se rapidamente insuportável para o homem do mundo, para o cidadão espiritual do universo”. Charles Baudelaire
O Salão aconteceu no Clube Paineiras, do Morumbi.
Diretor Superintendente: Roberto Manin Frias,
Presidente da Comissão Organizadora: João Carlos Belda,
Presidente da Comissão Julgadora: Eugênio Bassi.
Encarregada junto a Associação Comercial de Pinheiros e cerimonial: Maria Luiza de Ranieri
Na coleção do arquiteto Francisco Torres e esposa Heloíza
O tradicional Salão aconteceu no Clube Paineiras do Morumbi. Diretor Superintendente: Roberto Manin Frias, Presidente da Comissão Organizadora: João Carlos Belda, Presidente da Comissão Julgadora: Eugênio Bassi. Encarregada junto a Associação Comercial de Pinheiros e cerimonial: Maria Luiza de Ranieri
Artistas e convidados do Salão no salão do Clube Paineiras do Morumbi
A mesa solene composta por empresários, autoridades e especialistas em Arte
As colegas do curso de escultura da Angela Bassan:Mariangela Ratto, colega expositora na França, Lea e Vera Paiva, todas expondo seus trabalhos no 22° Salão de Pinheiros.
O meu aluno e neste Salão, colega de exposição, Mario Calamonaci e sua obra
Tela que pintei em óleo, Primavera na França, retratando momentos de minha exposição em Pont Sainte-Marie, na França.
Retratei nela o presidente da Associação Brasil Sertão et Mer, Heitor de Pedra Azul sobre os pêssegos tocando violão, o colega de temporada, músico carioca, Agenor de Oliveira sobre um queijo brie, a Secretária de Cultura de Saint Julien, Chantal Choim, sobre o pêssego ao seu lado o seu cachorro, Bummer, minha escultura preferida do Museu de Arte Moderna Saint Loup de Troyes , Zizou-o Lutador.
Ao fundo um batismo em champagne sobre a rolha do produto Marquis de Pomereuil, patrocinador do vernissagem na França, o lagarto artista é Ivan Jourdan, companheiro de exposição e negaciador de frestas de sol naquele momento de início de primavera na França, e os meninos da frente, meu irmão, Jonas, e meu filho Maicon, inclui-os sobre os girassóis, pois compoem lindamente!
Todas as fotos e filmagens feitas por Tobito Kanavion, meu filho cenotécnico e cosplayer.
O tradicional Salão aconteceu no Clube Paineiras do Morumbi.
Diretor Superintendente: Roberto Manin Frias,
Presidente da Comissão Organizadora: João Carlos Belda,
Presidente da Comissão Julgadora: Eugênio Bassi.
Encarregada junto a Associação Comercial de Pinheiros e cerimonial:Maria Luiza de Ranieri
Minha exposição de telas pintadas a óleo, na maioria retratos de personalidades ijuienses, na Casa de Cultura Justino Martins de Cruz Alta/RS, foi sucesso de público e visitação. O vernissagem foi prestigiado também pelos admiradores de poesia. Nair Albuquerque fez o lançamento cruzaltense de seu Livro Amores e Desencontros e o grupo de teatro Sereias e Granulados realizou aplaudida performance com uma das poesias do livro que Nair autografou.
Anelize François Felin e Renee El Ammar (uma das retratadas), desfilando charme na terra de Érico Veríssimo e prestigiando a exposição.
Nair Albuquerque em noite de gala, autógrafos e sucesso em Cruz Alta, sua cidade natal.
A queridíssima Marise Carvalho Machado Aguiar Santos (cujo retrato com os filhos gêmeos, Jean e Camille também estava exposto), Lêda Nobre, pela Fundação Cultural de Ijuí, o arquiteto Luiz Fernando Amorim e sua mãe, a também artista, Eva Amorim
Os atores do grupo ijuiense Sereias e Granulados
O dentista Willy e sua esposa, Ida Fengler, ela uma das personalidades retratadas da exposição (primeira foto ao alto, onde aparece ao lado de seu vaso de porcelana premiado), a porcelanista Ida e o esposo são proprietários do hotel fazenda Jardim Europa de Ijuí, onde ela cultiva as flores que pintei ao seu lado no quadro. Abaixo, texto sobre meu trabalho escrito pelo jornalista Neri Malheiros, e publicado no JornalDiário Serrano de Cruz Alta, durante a exposição: "Sua pintura não se prende a um estilo definido. As pinceladas mostram uma mistura de surrealismo e cubismo, sensível e observadora, qualquer coisa pode estimular a criatividade da artista. Suas fontes de inspiração podem ser encontradas na natureza (como uma simples cigarra morta que ficou agarrada em um tronco de uma árvore e virou parte de um trabalho matérico), ou no convívio humano. Dos domínios do desenho, Giane aproveitou o traço firme. Nas telas, as figuras pintadas a óleo ganham nova dimensão que evidencia a técnica apurada e, ao mesmo tempo fazem ângulos nas formas desafiadoras. Ela conta que pinta desde sempre. A explicação que dá para esta afirmação aparentemente implausível evidencia a confusa e até indiferente relação que a maioria das pessoas tem com o meio que as cerca. “Enxergo assim desde que lembro de pegar um brinquedo -podia ser um bichinho - e estudava a parte anatômica dele.” Ou seja, o intercâmbio com o mundo que nos rodeia sempre existiu, e não cessa nunca. Apenas alguns não se dão conta da possibilidade. Para Giane, o começo do fazer artístico “foi natural”. Dos retratos pintados a carvão à descoberta das cores e de outras formas de expressão artística que fazem parte da sua constante pesquisa em busca do novo, aí se explica suas diversas vertentes, que podem leva-la a entrar numa fundição, universo tipicamente masculino, para manusear com habilidade, instrumentos que vão dar o acabamento desejado nas sucatas que nas suas mãos, se transformam em arte. “A verdadeira arte é a labuta para se chegar a uma nova coisa a partir da matéria”, observa. Em seus quadros que alguns críticos dizem que mescla o sagrado e o profano, a vida e a morte, as cores fortes e vibrantes reproduzem o que se passa no aspecto social. “A leitura que faço da realidade passa antes pela percepção do espiritual. Eu busco retratar o espirito através da matéria.”